...
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A mim,
ao outro
a ti!
...
domingo, março 09, 2008
terça-feira, fevereiro 26, 2008
...
Nem precisaria mais
de girassóis
no mundo
Teus olhos
iluminariam as vagas noturnas
e me alcançariam
Mas
para fazer saber
ao mundo
e aos que ainda duvidam
da novidade sempre nova
nascida no espírito
plantemos sim
girassóis!
Plantemos
poemas
e contos de amor
Cantemos
o canto
sereno
do vento vai-vem
Sussurremos
segredos
aos pinheiros
e à chuva
sublime companheira
e à lua
amante completa
aos milhares de cantos
do mundo
e ao mundo dos milhares
de beijos
e promessas vãs
e do modo como for
Assim, celebremos
o instante intacto,
último,
de tudo
....
Nem precisaria mais
de girassóis
no mundo
Teus olhos
iluminariam as vagas noturnas
e me alcançariam
Mas
para fazer saber
ao mundo
e aos que ainda duvidam
da novidade sempre nova
nascida no espírito
plantemos sim
girassóis!
Plantemos
poemas
e contos de amor
Cantemos
o canto
sereno
do vento vai-vem
Sussurremos
segredos
aos pinheiros
e à chuva
sublime companheira
e à lua
amante completa
aos milhares de cantos
do mundo
e ao mundo dos milhares
de beijos
e promessas vãs
e do modo como for
Assim, celebremos
o instante intacto,
último,
de tudo
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segunda-feira, fevereiro 25, 2008
terça-feira, fevereiro 05, 2008
quinta-feira, janeiro 24, 2008
quarta-feira, janeiro 23, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
terça-feira, dezembro 11, 2007
...
A chuva urbana
cai urbana
Nas ruas urbanas
nas árvores urbanas
e seus sons e cheiros
E molha jardins urbanos
e pessoas urbanas
Que andam urbanas,
respiram e falam, urbanas,
assuntos daqui
O prédios, acordados,
observam as casas
Chuva é chuva
molha e escorre sempre
nas mentes
ao menos
Recolhem-se roupas
e anseios
Dos varais
urbanos
...
A chuva urbana
cai urbana
Nas ruas urbanas
nas árvores urbanas
e seus sons e cheiros
E molha jardins urbanos
e pessoas urbanas
Que andam urbanas,
respiram e falam, urbanas,
assuntos daqui
O prédios, acordados,
observam as casas
Chuva é chuva
molha e escorre sempre
nas mentes
ao menos
Recolhem-se roupas
e anseios
Dos varais
urbanos
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sábado, outubro 20, 2007
segunda-feira, outubro 15, 2007
sábado, outubro 13, 2007
quarta-feira, setembro 19, 2007
quarta-feira, setembro 05, 2007
O asco
um bom whisk resolve. Dilui. Dissolve.
E o resto?
E o rastro?
E o risco?
E a linha fraca
o frágil cordão que separa
o "tudo" do "nada"?
Corda bamba
onde cada um
a seu modo, a seu medo
estira seus sentidos
direção
Seres cósmicos,
cômicos, entristecidos
De letal estranheza imbuídos
andando firmes
acreditam-se sóbrios
sobre a linha
lírica e fina
linha
Qual linha?
E a substãncia excêntrica
e metafórica das coisas
dissolve-se
num copo
Seu gosto virtual
latitudinal
virginal
Visceras
vasos sanguíneos
flores de glóbulos
campos de células
reações
E o homem
Só!
É só
...
um bom whisk resolve. Dilui. Dissolve.
E o resto?
E o rastro?
E o risco?
E a linha fraca
o frágil cordão que separa
o "tudo" do "nada"?
Corda bamba
onde cada um
a seu modo, a seu medo
estira seus sentidos
direção
Seres cósmicos,
cômicos, entristecidos
De letal estranheza imbuídos
andando firmes
acreditam-se sóbrios
sobre a linha
lírica e fina
linha
Qual linha?
E a substãncia excêntrica
e metafórica das coisas
dissolve-se
num copo
Seu gosto virtual
latitudinal
virginal
Visceras
vasos sanguíneos
flores de glóbulos
campos de células
reações
E o homem
Só!
É só
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